QUEM SOU

Meu nome é Yair, dirijo atualmente uma academia de meditação em Copacabana onde atuo como meditoterapeuta, isto é, ajudo as pessoas a melhorar sua qualidade de vida através da meditação. Mais precisamente pelo silêncio interior que a acompanha. E o melhor: sem uso de medicamentos.

Meu encontro com a meditação aconteceu cedo. Comecei a meditar com 10 anos de idade, mesmo sem saber ainda o que era meditação. Leia mais...

Atendimento Individual / Casal

MEDITOTERAPIA

Conheça uma inovadora e científica terapia que usa o silêncio interior como meio de cura. Saiba mais...

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Olá,

 

Meu nome é Yair e dirijo atualmente uma academia de meditação em Copacabana onde atuo como meditoterapeuta, isto é, ajudo as pessoas a melhorar sua qualidade de vida através da meditação. Mais precisamente pelo silêncio interior que a acompanha. E o melhor: sem uso de medicamentos.

 

Meu encontro com a meditação aconteceu cedo. Comecei a meditar com 10 anos de idade, mesmo sem saber ainda o que era meditação. Recém-chegado de Jerusalém onde nasci, minha primeira sensação era a pior possível: a de ter sido arrancado de uma terra fértil, amorosa, cheia de amigos e transplantado para uma terra estéril, árida e fria. Eu não entendia a língua e muito menos sabia o alfabeto romano. Sentia-me estranho e solitário. E para piorar a situação, meu ambiente familiar era estressante e sufocante. Detalhe: só fui avisado dessa viagem já dentro do avião. Não tive tempo para me despedir de amigos nem de familiares. Em resumo: eu tinha perdido minhas raízes e não conseguia criar novas. Tive que fincar meus dois pés no ar.

 

E foi aí que, intuitivamente, comecei a meditar. Simplesmente deitava no chão, braços e pernas estendidos ao longo do corpo, colocava uma música clássica suave e ficava acompanhando minha respiração. Era minha maneira de sobreviver àquele caos. Como ainda não tinha adquirido os conhecimentos que tenho hoje sobre como ocorre a cura pela meditação, o alívio só funcionou em parte. Comecei apresentar uma série de sintomas físicos decorrentes desse choque emocional. Sentia um mal-estar generalizado acompanhado de náuseas. Tinha frequentes dores de estômago e sentia cólicas. Vivia tenso e angustiado como se alguma coisa ruim estava sempre por acontecer. Sentia falta de ar, suava muito e tinha taquicardias. É como se estivesse em carne viva, ou seja, qualquer estresse, por simples que fosse, afetava imediatamente meu corpo.

 

À medida que o tempo passava, meu interesse pela meditação foi crescendo, principalmente porque comecei a fazer importantes descobertas que estavam mudando minha vida. Descobri, entre outras coisas, que quando minha respiração e meus batimentos cardíacos diminuíam, meu nível de ansiedade também baixava.

 

Hoje sei que em termos fisiológicos é impossível sentir ansiedade ou medo se nossos três principais parâmetros internos, nossas frequências respiratórias, cardíacas e cerebrais, estiverem em níveis baixos. Na época, eu nada sabia sobre as frequencias cerebrais. Passei então a me interessar por como e porque esses ritmos internos baixavam. Eu sabia que se descobrisse os mecanismos que estavam por trás dessa baixa, eu poderia criar um método que me permitisse diminuir intencionalmente essas frequências, o que me daria o poder de controlar meu nível de ansiedade.

 

E foi o que eu fiz. Comecei a pesquisar sobre tudo que estava relacionado com a neurologia e a fisiologia da meditação e fiz também incursões pela neurociência e pela física quântica. Estudei a pratiquei várias técnicas de meditação oriundas do judaísmo, do sufismo, do budismo e de outras fontes esotéricas. Aos poucos, fui percebendo que todas essas técnicas tinham algo em comum: um profundo estado de silêncio interior. Descobri que esse silenciar interno era o grande responsável pelos extraordinários e benéficos efeitos da meditação sobre nossa saúde física, mental e emocional. O fato é que a cada dia eu me sentia melhor. Os sintomas tinham praticamente desaparecido. Queria saber mais. O que exatamente me fazia sentir bem. Como prolongar e incorporar ao meu dia a dia os períodos de calma e bem-estar que sentia durante a prática?

 

Prossegui com meus estudos e pesquisas sobre a meditação mesmo durante e após minha formação em Engenharia Mecânica pela PUC- Rio, cujos conhecimentos científicos me ajudaram a desenvolver o MAM - Método Alpha de Meditação, a base da Meditoterapia.

 

O MAM – Método Alpha de Meditação veio preencher uma lacuna: não havia uma técnica de meditação adequada ao nosso estressado e atribulado estilo de vida. Os métodos tradicionais aparentam ser por demais complexos e excessivamente lentos para nos socorrer na velocidade que nosso cotidiano exige. Em princípio, todas as técnicas são boas.  O problema é que eles “não falam nossa língua”. Em outras palavras, esses métodos de meditação foram desenvolvidos a partir de uma fé religiosa enquanto o que precisamos é de uma fé científica.

 

Esta é a proposta do MAM: “traduzir” os milenares conhecimentos contidos nessas técnicas para uma linguagem científica, entender seus fundamentos e, a partir daí, ensinar, passo a passo, como entrar em estado de meditação.

Afinal, o que é meditação?

 

A meditação não é a invenção de alguém ou de algum grupo. Trata-se do estado natural da mente que aparece, de modo espontâneo, quando criamos a condição básica para que a meditação ocorra: um profundo silêncio interior. É importante salientar que este silenciar interno é o grande responsável pelos comprovados benefícios da meditação sobre nossa saúde física, mental e emocional. Quando deixamos a natureza em paz, ela se recupera. Quando deixamos a mente em paz, é a nossa saúde que se recupera.

 

Um dos primeiros fundamentos incorporados pelo MAM é o fato do silêncio interior possuir uma representação fisiológica que é a baixa simultânea das frequencias respiratórias, cardíacas e cerebrais. Estudos mostram que cada estado emocional possui uma diferente combinação entre esses três parâmetros fisiológicos. Quanto mais altos, maior nosso nível de estresse. Quanto mais baixos, maior nosso estado de equilíbrio e bem-estar.

 

Você poderá perceber isso claramente na próxima vez que sentir algum tipo de ansiedade, o que pode estar acontecendo agora. Ao prestar atenção na sua respiração, verá que ela está acelerada. Se nesse momento você mudar intencionalmente sua respiração, ou seja, começar a respirar de modo lento e cadenciado, notará que seu nível de ansiedade vai diminuindo na mesma proporção que diminui seu ritmo respiratório. Ambos estão interligados. Alterando-se um, altera-se o outro.

 

A força do MAM está no fato de promover a baixa, não de uma, mas das três frequências ao mesmo tempo. Para realizar essa façanha, o método lança mão de recentes descobertas sobre a neurologia e a fisiologia da meditação bem como elementos da neurociência e da física quântica.

 

Para saber mais sobre o MAM, entre em contato.

 

A Meditoterapia é uma diferente, funcional e científica abordagem terapêutica, sem qualquer cunho religioso ou enfoque psicológico, que se apoia na premissa de que o organismo possui uma propensão inata para se curar e usa o poder do silêncio interior para promover sua autocura. Quando deixamos a natureza em paz, ela se recupera. Quando deixamos a mente em paz, é a nossa saúde que se recupera.

 

A Meditoterapia parte do princípio que todo conflito emocional não resolvido deixa um registro no corpo físico. E que essa memória emocional pode ser acessada e dissipada por meio do silêncio interior. Quando esses registros se apagam, a componente emocional que os originou também desaparece. Resolver problemas emocionais via corpo é uma técnica meditativa que remonta há pelo menos 2500 anos e vem sendo corroborada tanto pela neurociência como pela física quântica.

 

O que diferencia a Meditoterapia de qualquer outra é o fato de ser não-verbal e de não precisar revolver o passado, mesmo porque todos os registros emocionais já estão impressos no corpo físico. Quando silenciamos a mente, o corpo começa a “falar” por meio de sensações físicas. Tomar consciência dessas demandas é o primeiro passo em direção à autocura.

 

Outro diferencial é a rapidez e a eficácia com que os resultados esperados são alcançados. Segundo o Dr. Herbert Benson, professor de Medicina da Harvard Medical School e presidente do Mind/Body Medical Institute, em Boston, “até onde a ciência conhece, os efeitos calmantes da meditação não podem ser produzidos tão drástica ou rapidamente por nenhum outro meio”.

 

Mas talvez o maior diferencial da Meditoterapia seja a aplicação prática da descoberta neurocientífica de que nossos conteúdos emocionais mais profundos, inclusive os reprimidos estão em Theta, uma faixa de ondas cerebrais de baixa frequência que é alcançada durante a meditação.

 

Somente quando alcançamos Theta é que conseguimos acessar nosso arquivo emocional onde as mudanças que queremos podem ser feitas. Não existe outro lugar. Isto talvez explique porque certas terapias não funcionam bem. Porém, a Meditoterapia vai muito além de resolver conflitos emocionais. Ela se propõe a servir como instrumento para estimular e orientar uma das mais fascinantes e gratificantes aventuras que o ser humano pode realizar: um profundo mergulho ao seu centro em busca da sua verdade. E como sabemos, a verdade cura e a cura traz paz interior.

 

Por fim, acerca deste assunto, gostaria de trazer uma citação de Einstein: “Penso 99 vezes e nada descubro. Paro de pensar, entro em profundo silêncio e eis que a verdade me é revelada”. Como intuitivo nato, ele já conhecia o poder do silêncio interior.

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Dores Crônicas

Dor nas costas - Cefaléias - Dor pré-menstrual - Fibromialgia - Síndrome da fadiga crônica Explicação: A descarga de adrenalina e cortisol na corrente sanguínea reduz a produção de endorfinas e serotoninas, substâncias associadas ao alívio da dor e à sensação de bem estar, respectivamente. Vários estudos já mostram que um evento emocionalmente desgastante pode aumentar a sensação dolorosa em até 20%.